segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Marketing e e-commerce ajudam a pequena empresa



Há espaço no ambiente online para pequenas empresas especializadas que conseguem atender nichos específicos de mercado e investem em divulgação segmentada.
Por ?Ricardo Martines
A palavra “tendências” sempre gera certa polêmica, pois cada um tem a sua opinião. De qualquer forma, uma tendência nada mais é do que a observação sobre movimentos percebidos que, após análise, proporcionam caminhos prováveis.
Feita essa breve introdução, vou pontuar a seguir algumas dessas possibilidades para as estratégias de marketing no universo digital, bem como para o e-commerce.
Geração de conteúdos


Sem dúvida, a bola da vez tem sido as “redes sociais”, então começarei por elas. A primeira tendência relacionada às mídias sociais (prefiro assim) está voltada para seu uso atrelado à geração de conteúdos, seja por parte dos internautas ou pelas empresas.
Essa linha traz em si uma enorme oportunidade, se bem assimilada pelas empresas, pois permite ampliar relacionamentos via prestação de serviços, ou seja, a criação e disseminação de conteúdos relevantes e direcionados ao seu público-alvo.
Há inúmeras formas de se fazer isso. Um exemplo: uma loja ou um profissional liberal do setor de arquitetura e decoração pode oferecer dicas em seu site ou blog sobre como utilizar melhor os ambientes, sobre jardinagem, combinações de tecidos e uma infinidade de benefícios que poderão ser oferecidos aos seus clientes, ou prospects, que por meio desse novo canal de relacionamento passarão a interagir e futuramente consumir seus produtos ou serviços.
Segmentação


Outra tendência que está diretamente associada à anterior é a expansão das redes sociais super segmentadas e seu uso publicitário ou comercial. Exemplos não faltam, como a rede Migux do iG, voltada para crianças até onze anos. Ou então a famosa Bolsa de Mulher, entre outras voltadas ao público feminino, além de redes direcionadas ao luxo como a Superexclusivo, ou para a moda, como a ByMK, entre inúmeros outros casos. A divulgação em redes segmentadas traz resultados mais efetivos, como o marketing one-to-ne, tão almejado pelos profissionais de marketing.
Experiência e entretenimento


Ainda sobre redes sociais, outra tendência é seu uso atrelando experiência com entretenimento. Como exemplo há o caso do Nike +, que embora não seja novo é muito atual. Nele a Nike se uniu a outra grande marca, a Apple, para proporcionar uma interação diferenciada, levando música, competição, informação… enfim, uma experiência completa.
Adequação ao público novo na web


Uma tendência também relacionada ao perfil de um público que vem obrigando muitas empresas a se adaptarem é a inserção crescente das classes de baixa renda na web, fazendo com que aquelas redes que têm interesse em vender para esse público busquem facilitar o processo, adequar a linguagem, demonstrar segurança em todos os passos da compra.
Enfim, pensem em toda a usabilidade do site de e-commerce para não perder esse cliente durante a compra e fortalecendo assim os laços com eles.
Para as pequenas e médias empresas, o cenário não poderia ser melhor.
O e-commerce se abre como uma grande opção para trazer novos negócios fora do seu atual alcance geográfico. Por isso já temos observado um movimento de descentralização do varejo online, visto que cada vez mais as micro e pequenas empresas têm buscado conhecimento e parcerias para acelerar sua entrada nesse universo.
E por fim, como não poderia deixar de citar, continuaremos a observar a tendência de conversão de diversos meios para os aparatos móveis, os celulares, que geram maior facilidade de acesso e permanência de contato, visto que acompanham o internauta a todos os lugares.
Esse movimento depende obviamente do crescimento da utilização de smartphones, mas hoje já temos um número expressivo de pessoas acessando a web dos seus celulares. Isso se deve à facilidade gerada de conexão bem como a adaptação veloz dos aparelhos. Aliado a isso, sem dúvida estão as ações de localização geográfica, que possibilitam ofertas e promoções segmentadas por região.
70% não usam o ambiente online


Embora poucos microempresários admitam, a falta de conhecimento sobre as ferramentas da web é a principal causa para não utilizás-la na geração de negócios, além da ausência de estrutura em suas empresas.
Segundo pesquisa realizada recentemente com micro e pequenas empresas paulistanas, 70% delas ainda não fazem nenhum tipo de divulgação online dos seus produtos, bem como não fazem compras ou vendas online.
Para aquelas que utilizam o meio digital para fazer negócios, esse canal já representa, em média, 30% do seu faturamento e, em alguns casos, a internet pode levar até 80% do tráfego de clientes para sua loja física.
Esses números demonstram que há ainda um longo caminho a ser percorrido pelos microempresários, mas já é possível observar bons exemplos.
As empresas que saíram na frente e aprenderam a utilizar a divulgação na Web perceberam que isso é algo viável e têm colhido bons frutos. Quem está fazendo sua “lição de casa” já figura nas primeiras páginas do principal site de buscas da internet, dentro da sua categoria de produtos.
Normalmente me questionam se é possível as pequenas empresas competirem de igual para igual com as grandes na internet. Na verdade, com a internet, a pequena empresa pode até se sobressair, pois mesmo com menor investimento, mas desde que implantando as ações corretamente, ela será encontrada por aqueles que estiverem buscando o seu produto e isso é o que mais importa.
Divulgação


No caso da micro e pequena empresa não é recomendável fazer uma divulgação para quem não é o seu público ou não tem interesse no que ela vende. É isso o que ocorre normalmente com a mídia de massa.
Na web é possível executar ações segmentadas e pagar com base em resultados, como ocorre com os links patrocinados, por exemplo. Isso faz com que os custos sejam menores, pois só se paga quando seu anúncio recebe um clique.
Além disso, há ações que podem ser implantadas de forma mais rápida do que no mundo físico, como o envio de mala direta versus uma campanha de e-mail marketing. Esta última pode trazer melhores resultados, com menor investimento do que a primeira opção, desde que feita de forma adequada.
A união de dois fatores como atendimento a nichos específicos de mercado e investimento em divulgação segmentada já faz com que as pequenas empresas possam competir de forma muito interessante na web. Não quer dizer necessariamente que elas “roubarão” mercado das grandes redes, mas sim que hoje elas podem figurar entre as opções de compra do consumidor.
Um exemplo disso é o caso de alguém que busca acessórios para instalar uma TV de plasma em sua casa. Numa pesquisa na web, com certeza, serão encontradas opções de lojas diferentes das marcas já conhecidas. Muito provavelmente o consumidor vai se deparar com quem é especializado no assunto. O mesmo pode ocorrer quando se busca por fabricantes de móveis infanto-juvenis em determinada cidade do sul do país.
Isso demonstra que produtos ou locais mais específicos podem ser atendidos por determinadas empresas especializadas, ou regionais, e não unicamente pelas grandes redes. E é aí que está o “pulo do gato”.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O Efeito Google


O próximo grande negócio é o banner e vai mexer com o nosso mercado.
Por Ricardo Martines




Quando falamos sobre Google os números são sempre superlativos, revolucionários e inquestionáveis: propriedade mais visitada do mundo, maior site de buscas do mundo, dono do segundo maior site de buscas e maior site de vídeos do mundo (YouTube), dono da maior rede social do Brasil, revolucionou a publicidade com seus programas AdWords e Adsense, desafiou o mercado publicitário mundial ao não pagar comissão às agências, oferece a maioria de seus produtos gratuitamente e por aí vai.
O poder do Google no mercado publicitário realmente é muito grande, talvez somente comparável ao das grandes emissoras de TV abertas norte-americanas (The Big 5) anos atrás.
Ouso dizer que o Google é mais poderoso até mesmo que a poderosa Organizações Globo, afinal, quem teria coragem de desafiar o modelo imposto ao mercado publicitário brasileiro há mais de 40 anos de comissão e BV, criado nos corredores das emissoras de TV e veículos de mídia impressa, tendo a Globo como seu maior, mais influente e ferrenho defensor?
Porém, o foco aqui não é discutir esse modelo, mas sim avaliar o quanto o Google é importante para o mercado publicitário brasileiro, em especial o interativo, claro.
Ao aportar em nosso país no segundo semestre de 2005 o Google criou sozinho uma nova indústria e um novo modelo de agências: o SearchEngine Marketing e as agências especializadas em links patrocinados e otimização de sites ( SEO). Que outro site ou empresa conseguiu essa proeza?
E ao recusar-se a seguir o modelo vigente de BV e comissão, desafiou o mercado a sair do seu marasmo para buscar soluções mais criativas e a comprometer-se com os resultados dos seus clientes, o que a meu ver foi extremamente positivo, pois abriu oportunidade para o nascimento de diversas empresas, muitas delas hoje sendo cobiçadas por grupos internacionais. Enfim, podemos dizer que o Google fez surgir o mercado de performance no Brasil, graças ao Adwords.
Além disso, o Adwords foi responsável por uma Inclusão Publicitária, ao injetar dinheiro novo no mercado publicitário ao permitir que uma infinidade de pequenas e médias empresas pudessem gerenciar sozinhas suas campanhas, com “verbas” mínimas.
O sucesso foi tão grande que o Projeto Intermeios teve que criar uma nova categoria para incluir esses investimentos. O único lado negativo é que o Google recusa-se a colaborar e incluir seus números no Intermeios, o que como eu não canso de dizer, iria provar que o mercado de publicidade online já é o quarto maior meio do Brasil, atrás apenas de TV aberta, jornais e revistas.
Se a Microsoft virou sinônimo de instant messaging com o MSN (Live) Messenger, o Google “inventou” as redes sociais no Brasil com o Orkut, fenômeno que dispensa apresentações e lidera folgado o mercado em número de usários. Mesmos os mais vanguardistas e “trend-setters” que só falam em Twitter, Facebook, Formspring, Foursquare e hoje torcem o nariz para o Orkut, tiveram (muitos ainda tem) seu perfil na rede mais popular. Foi ali que deram seus primeiros passos em Social Media.
Inclusive, na minha opinião, o Orkut tem um dos formatos publicitários mais eficientes do mercado, que é um “banner” gigante que domina a tela do usuário quando ele sai do Orkut. Não tem como não ver e é muito menos intrusivo do que os famigerados pop-unders, aquelas janelas medonhas que abrem por trás de seu navegador, como um pop-up, sem você perceber.
Agora o Google prepara uma nova revolução, que com certeza vai mexer com nosso mercado mais uma vez. Não, não estou falando de mobile marketing, onde o Google fez um ousado investimento ao comprar a AdMob, rede especializada em comercialização de espaços publicitários em celulares e aplicativos.
Estou falando de algo mais prosaico e que pode surpreender muita gente: nas palavras de seu CEO Eric Schmidt, reproduzidas recentemente no Meio&Mensagem, “Nosso próximo grande negócio é banner. O que precisamos ver é o quão bem sucedido o Google pode ser nisso” .
Uau! E pensar que os especialistas vem matando o banner há pelo menos 10 anos…

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Midias Sociais - entenda como funciona.


Quando seu cliente perguntar sobre redes e capital social, Twitter e Facebook, diga a ele que é possível crescer com conteúdo interessante, talento e constância.
Por Daniela Machado
Com o advento da internet surgiram diversas ferramentas de comunicação mediadas pelo computador que possibilitam a troca de informações entre as pessoas.
As redes sociais são o maior exemplo dessa interação. O sucesso do Orkut, Twitter, Facebook, Flickr, MySpace, Fotolog, Linkdln, Sonico, além dos blogs, se deve não apenas porque facilitam o contato entre as pessoas com assuntos de interesse em comum ou as relações pessoais, mas também devido as constantes mutações que sofrem.
Quanto mais interações são feitas nessas redes, mais elas se transformam e melhoram para atender de forma satisfatória seus usuários, o que acaba gerando popularidade e atraindo anunciantes.
As redes sociais


O estudo da sociedade através do conceito de redes começou no início do século passado, quando os cientistas começaram a preocupar-se em compreender a interação entre as partes de um fenômeno, e não mais dissecar as partes isoladamente para entender o todo.
Enquanto o uso da metáfora rede foi utilizada pela primeira vez em 1736 e se referia ao estudo das Pontes de Königsberg, feito pelo matemático Leonard Euler, apenas no final da década de 90 o estudo da rede teve a devida atenção sob o aspecto social.
Uma rede social é composta pelos atores (pessoas, empresas, grupos) que são os nós, e por suas conexões, que são os laços e as interações que estabelecem entre si.
Um nó pode ter uma ou várias conexões, dependendo da sua popularidade na rede. Deste modo, quanto mais pessoas seguem um perfil no Twitter, por exemplo, mais conexões ele faz na rede e maior é a sua popularidade. Essa popularidade cria confiança nestes espaços e gera chamado capital social da pessoa.
O capital social
Mano Menezes, atual técnico do Corinthians, possui mais de um milhão de seguidores no Twitter. Ele, por sua vez, não segue ninguém, mas o seu capital social elevado o torna um nó central na rede, visto que, quanto mais ao centro um nó fica, mais popular ele é. O diferencial dos perfis mais seguidos no Twitter está na credibilidade que alcançaram através do conteúdo de valor que produzem e disseminam.
O Facebook possui um aplicativo que mostra de forma muito clara as conexões do seu perfil na ferramenta e a dimensão do seu capital social. No TouchGraph, além de visualizar os grupos e as pessoas com os quais se está vinculado, ao passar o mouse sobre a foto de um amigo, é possível ver com quais pessoas da sua rede ele está conectado.
Nos blogs também podemos encontrar uma grande rede de pessoas com capital social elevados. As blogueiras de moda, por exemplo, mencionam na sua página outras blogueiras que produzem conteúdo sobre o assunto e assim formam laços e vão ganhando visibilidade nas redes sociais.
Criar laços
Qualquer pessoa pode aumentar o seu capital social mas, para isso, precisa criar laços com outros atores sociais que possuem interesses em comum. Além, é claro, de produzir conteúdo relevante que trate de novidades e inovações da área temática.
Todas as redes sociais possuem objetivos próprios, seja para manter algum tipo de relacionamento entre as pessoas, seja para se destacar. Independente de suas especificidades, em todos os sites de relacionamento deve-se criar um perfil para conseguir interagir com os outros usuários através da troca de mensagens e ganhar popularidade. Ao entrar em qualquer rede social o usuário ganhará exposição pública e isso é essencial para que ele seja conhecido.
Para aqueles que possuem um blog, avaliem o uso de sites como Blog Blogs e Technorati, que cadastram e divulgam blogs e mostram o que está sendo produzido sobre o assunto por outras pessoas.
No Orkut existem diversas comunidades que tratam de temas específicos e são espaços de divulgação de suas ideias.
Já no Twitter, basta seguir aquelas pessoas que possuem expertise na área do seu interesse e começar a dar a sua opinião sobre os temas debatidos. Tudo é uma questão de estar acompanhando as novidades e ficar atento às oportunidades geradas na Internet.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nos vemos na Campus Party!


Para quem não está ligado no mundo da tecnologia, a Campus Party, maior evento de tecnologia, criatividade e cultura digital em rede do mundo, começou ontem em São Paulo.
Serão mais de 400 horas de atividades com a presença de vários blogueiros do Brasil, webcelebridades, vloguers e personalidades, como o vice-presidente de Bill Clinton, o Al Gore; Jon Hall, Diretor Executivo da Linux; Stephen Crocker, considerado um dos “pais” da internet e Steve Wozniak, cofundador da Apple.
Além disso, são 4 áreas de conhecimento: ciência, criatividade, entretenimento digital e inovação. Em resumo: a Campus Party é o grande evento para quem é apaixonado por tecnologia e mundo virtual.
Nesta edição, o Buteco foi escolhido para ser parceiro do evento. Desta forma, eu estarei lá no Centro de Exposições Imigrantes entre os dias 19/01 e 22/01.

sábado, 15 de janeiro de 2011

10 dicas para o marketing estratégico







Veja os principais passos selecionados por Sérgio Santos, da ESPM, para tornar uma ação de marketing realmente estratégica

Em um mercado tão dinâmico e cheio de mudanças tecnológicas e comportamentais, as empresas se perdem em suas ações de marketing e acabam apostando fichas em negócios errados. E pior, nada rentáveis. Se encantam com as novas ferramentas e esquecem que o conceito continua o mesmo. Investem, geram custo e o retorno muitas vezes não valoriza a marca.
Aquela máxima que o óbvio também precisa ser dito pode ser, e é neste caso uma grande verdade. Sérgio Santos, coordenador da área de marketing e marketing de serviços da Pós-Graduação da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) listou 10 dicas para os leitores do HSM Online sobre como tornar o Marketing mais estratégico. Confira.

1 - Analise o macro ambiente e o mercado em que seu negócio está inserido, de forma a entender suas principais tendências e identificar potenciais ameaças e oportunidades. As tendências macro ambientais são mais estáveis e duradouras.  Didaticamente podem ser divididas nas seguintes arenas: macrotendências, da arena sócio-cultural, econômicas, natural (relativa aos recursos do meio ambiente), política-legal, tecnológica e demográfica. Alguns exemplos de tendências que podem influenciar são: a tendência de envelhecimento da população brasileira (demográfica); crescimento do poder aquisitivo (econômico); maior preocupação com a saúde e o meio ambiente (sócio cultural).

2- Analise seu mercado, identificando sua situação competitiva e seu poder de barganha frente aos demais players (fornecedores, clientes e intermediários). Um bom exemplo é a concentração do varejo ( menor numero de empresas controlando uma maior parte das vendas) aumenta o poder de negociação deste perante os fornecedores da industria. Este maior poder de barganha possibilita, potencialmente, pressionar os fornecedores por menores preços ou um maior  número de serviços agregados.

3- Desenvolva uma visão de negócio de longo prazo, focada no mercado e nos valores da Marca;

4- Crie uma equipe multidisciplinar que seja capaz de analisar a situação real da sua empresa, identificando pontos fracos e fortes e suas relações com as ameaças e oportunidades identificadas.  Geralmente, para esse fim, a matriz mais utilizada é a Matriz SWOT ou PFOA, que possibilita a análise das Potencialidades (P) e Fraquezas (F) da empresa em conjunto com as Oportunidades (O) e Ameaças (A) do ambiente, permitindo uma leitura mais clara do ambiente no qual a empresa está inserida.

5- Analise seu mercado buscando identificar os diferentes segmentos de consumidores. Avalie as características de cada segmento (demandas, tamanho, estabilidade) e selecione aqueles nos quais você terá maior competitividade. A partir daqui devem ser desenvolvidas as próximas dicas, de 6 a 10.

6- Determine objetivos claros, preferencialmente quantificáveis e sempre factíveis. Na verdade, somente após definir qual o público que a empresa quer focar é que você poderá definir objetivos de vendas, rentabilidade, posicionamento, imagem, etc.

7- Desenvolva um posicionamento único e valorizado para sua oferta de produto ou serviço. Garanta que esse posicionamento seja conhecido e valorizado por todos os envolvidos na sua operação (colaboradores, distribuidores, revendedores e clientes).

8- Elabore um Plano de ações que garanta o desenvolvimento de um Marketing mix (Produto, Preço, Distribuição e Comunicação) capaz de construir efetivamente o posicionamento escolhido.

9- Não se esqueça de disseminar o Plano de Ações para todas as áreas e profissionais envolvidos no planejamento e na execução. Garanta que cada um entenda a importância do Plano e qual a sua contribuição individual para seu sucesso.

10- Estabeleça um processo periódico para acompanhamento dos resultados e faça, se necessário, revisões e ajustes no Plano. A periodicidade das revisões desse Plano varia de mercado para mercado. Nos mercados mais dinâmicos a periodicidade chega a ser trimestral.


Fonte: HSM Online

domingo, 9 de janeiro de 2011

AdWords Ribeirão Preto



A internet cresceu muito na última década, amadureceu e ganhou confiabilidade entre as pessoas e o mercado. Empresários começaram a ver a internet como um meio rentável, depois de investirem em pequenos negócios e terem balanços positivos, é difícil encontrar algum empreendimento que não esteja ligado à internet.


O Adwords é um sistema de links patrocinados do Google. O Google disponibiliza editor gratuitamente para gerenciar seus anúncios e campanhas, as ferramentas disponíveis são eficientes e pode ser usado para baixar sua conta, atualizar os anúncios e fazer upload das alterações realizadas.


O programa permite o controle dos anúncios feitos, pode também conferir estatísticas sobre o desempenho dos serviços contratados sempre que necessitar, a Google oferece esta ferramenta para levar conforto e praticidade aos seus usuários.


A ferramenta facilita o gerenciamento do sistema de links patrocinados que serve para promover a sua página de serviços, produtos ou pessoal na internet. Podem ser feitas quantas alterações forem necessárias antes da publicação. As adequações no conteúdo, como alterações de endereços, de textos ou imagens que não estão condizentes com contexto do site.


A interface oferece além da simplicidade e facilidade de uso o gerenciamento de múltiplas contas, prestar suporte a trabalhos e o mais cômodo não é necessário estar conectado para se beneficiar com o serviço.


O Google detém 56% de todas as consultas realizadas em sites de buscas em todo o mundo, portanto ignorar estes serviços seria ignorar o crescimento e a popularidade da sua empresa no meio digital. Os links patrocinados amplia a popularidade de seu site por meio de anúncios que são pagos para serem exibidos entre os primeiros anúncios.


Os links patrocinados ganham destaque entre os anúncios comuns que são postados em sites que não pagam para o destaque de seu conteúdo ou em blogs. Os clientes que optam pelo serviço de adwords em Goiânia definem quanto querem gastar pelo serviço, pois o serviço funciona por quantidade de acessos ao anúncio.


O cliente cria o anúncio e escolhe as palavras-chave que serão apresentadas quando um internauta fizer a busca que correspondem às palavras escolhidas para pesquisa. O custo a ser máximo a ser aplicado é definido pelo próprio cliente, ou seja, a cliente paga pelo clique do seu internauta.


Pode-se enumerar diversas vantagens neste sistema de divulgação: 
- Os resultados são imediatos. Em poucos minutos depois da criação seu anúncio estará on-line;
- O investimento se comparado com outras formas de divulgação são menores, os clientes pagam apenas pelos acessos obtidos;
- Quando o internauta faz a busca com a palavra-chave pretendida vários anunciantes do mesmo seguimento são apresentados, dando opção de escolha para o internauta;
- Os anunciantes podem acompanhar as estatísticas a todo o momento, o que facilita medir os retornos do investimento que está fazendo; 
- O contrato pode durar enquanto o anunciante desejar, não há duração mínima ou máxima de veiculação; 
- O melhor deste sistema é que ele é todo administrado pelo anunciante o que facilita unir outras tantas táticas para obter retorno financeiro, como convidar o cliente para sua loja, tendo como chamariz promoções com tempo determinado.


O número das vantagens realmente é grande se comparado à divulgação impressa. Nos links patrocinados o retorno é instantâneo e só paga o que realmente for utilizado, nos guias impressos o cliente faz o pagamento adiantado e o anunciante não consegue identificar se o cliente veio por meio da mídia impressa.


Depois do anúncio feito e postado rapidamente pode-se ter acesso ao conteúdo, já no conteúdo impresso ele só será veiculado depois de editado e rodado na gráfica o que demanda tempo para ser feito. O crescimento da mídia de internet é constante e dos impressos o conteúdo tem tempo determinado.


O Google disponibiliza tutorial para a criação do Adwords com passo a passo explicativo, um para iniciantes e outro completo, simplificado para quem já conhece um pouco do sistema. O serviço pode ser pago por cartão de crédito ou pré-pago via boleto bancário.


Uma pessoa pode desenvolver vários anúncios ao mesmo tempo, o programa permite que o anunciante administre de um mesmo login várias campanhas.Para o desenvolvimento da campanha, primeiramente define-se o público alvo e o orçamento existente para o desenvolvimento.


As campanhas podem ser definidas por palavra-chave, que são as de links patrocinados, onde o anunciante paga por cada clique no anúncio feito. As campanhas por site é outra forma de divulgação, nesta o anunciante paga pela apresentação do seu site, independente do retorno almejado.


O Google que qualquer pessoa que tenha um site faça o uso dos serviços do Adwords em Goiânia é bem fácil, basta que o proprietário faça o cadastro do site no sistema cujo nome é adsense. Depois do cadastro pronto, basta escolher as palavras-chave que se associam ao conteúdo do site e os anúncios estarão prontos para serem apresentados aos internautas que se faça busca de palavras pertinentes ao assunto do site.


Realmente o sistema Adwords é algo rentável para empresários, o retorno é certo e seguro e acima de tudo é algo que pode ser mensurado pelo anunciante o que mais causa empatia nos proprietários dos sites. Outros serviços podem causar o retorno que o sistema Adwords leva para o anunciante, como o serviço de otimização, mas este serviço leva um pouco mais de tempo para o retorno.