terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Veja o outdoor da Chevrolet desenhado a mão livre

Ação promocional da Chevrolet destaca a economia no marketing para que o consumidor final pague menos no produto



segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Por que ter um site ?

Somos no Brasil, segundo o IBOPE, mais de 14 milhões de internautas.
Destes, 91% procuram produtos e serivços na internet.
 
Você ainda vai ficar de fora?
 
O que é um site?
 
Um site é um programa desenvolvido para ser colocado na internet, que pode ser acessado através de um endereço do tipo www.suaempresa.com.br. Neste site constarão informações sobre sua empresa, produtos e tudo aquilo que lhe interessar divulgar, além de efetuar vendas, comunicação com o cliente, etc.
 
Por que ter um site?
 
Porque a Internet não é mais curiosidade, é uma necessidade de qualquer empresa estar neste novo meio. Além disso, a Internet é o veículo de comunicação mais rápido e barato de divulgar, vender, anunciar e acompanhar as demandas dos seus clientes.

Com o aumento da interatividade, segurança e velocidade, aliado à redução dos preços cobrados pelo acesso à rede, a Internet deixou de ser um mero instrumento de pesquisa para tornar-se uma ferramenta de marketing e vendas muito poderosa.

Pode-se dizer que a Internet é o canal de divulgação e vendas que mais cresce no Mundo. Só no Brasil já são mais de 14 milhões de Internautas, que diariamente estão procurando a solução de suas necessidades e desejos. Com toda certeza, seus clientes estão dentro deste universo e cada vez menos procurarão você por outros meios.

Desta forma, um Web Site pode conter todos os dados e/ou informações de seus produtos, servindo também de suporte a seus clientes.
 
Para que serve um site na internet?
 
Imagine o site da Web como uma mídia ou um escritório virtual, que não fecha nunca e pode ser acessado de qualquer lugar do mundo.

Existem milhares de maneiras de se usar um site para diversas finalidades. Os sites Web são multimídia - podemos ter texto, imagens gráficas, áudio e vídeo e são interativos - pode se escolher o que se quer ver na ordem desejada. O principal limite (fora os custos) para o que um site pode fazer, é a imaginação. Abaixo, alguns exemplos de usos dos sites:
 
Propaganda: um site Web é a sua presença na mais recente das mídias. Como mídia, a Internet é interativa, instantânea, de baixo custo e grande abrangência potencial, além de estar na moda... Não deixe seu cliente visitar o site do seu concorrente e não encontrar o seu...
 
Serviço ao Cliente: sites Web podem ser usados como atendimento ao cliente 24 horas por dia. O site pode conter instruções de uso de seus produtos, explicar os seus serviços, responder às perguntas mais frequentes de seus clientes, receber pedidos e cotações, coletar sugestões e críticas dos clientes, etc.
 
Escritórios e Lojas Virtuais: seu site Web pode desempenhar essas funções, mostrando seus produtos e serviços com explicações, fotos, vídeo e som. Ele pode inclusive receber pedidos dos clientes. Seu escritório ou loja virtual abre 24 h por dia para milhões de pessoas ao redor do mundo, e você não tem de contratar vendedores para sua loja virtual nem atendentes para os escritórios virtuais.
 
Publicação on-line de revistas e jornais da sua empresa: sem custos e de fácil atualização.
 
Catálogos Eletrônicos: use versões digitais de seus catálogos e manuais de produtos. Seus clientes podem solicitar seus catálogos eletrônicos 24 por dia e recebê-los imediatamente, atualizados sempre que necessários. Sem custo de impressão e sem custos de envio.
 

Custa caro ter uma homepage?
 
O preço de um site depende da necessidade do cliente, do projeto a ser desenvolvido, mas por certo é mais econômico do que os custos que a empresa gastaria com folders, além de possuir muitas vantagens sobre todas as mídias impressas.
 
O que não se pode fazer num site?
 
Quando você lê um jornal, é automaticamente atraído para anúncios bem feitos, coloridos e explicativos, ao mesmo tempo em que ignora completamente os anúncios mal-feitos (ou os olha para apenas pensar: "Que anúncio horrível. Lembre-se de nunca comprar nessa empresa"). O mesmo acontece com a Internet. Sites mal elaborados (onde o usuário tem que dar mil voltas para achar a informação que deseja) e com gráficos mal-feitos servem apenas para afastar clientes de sua empresa.

Não é mais possível pedir ao "sobrinho do seu amigo que entende de computador" para fazer um site para sua empresa. Um site é a imagem de sua empresa na internet e, assim como você não compareceria à uma reunião de bermuda e camiseta, seu site deve ser o mais bem elaborado possível. A WORLDESIGN utiliza os mais modernos recursos para a elaboração do seu projeto web site.
 

Existem muitos internautas no Brasil?
 
O levantamento feito pelo IBOPE eRatings.com apurou que, em setembro/2001, havia mais de 14 milhões de brasileiros com acesso à Internet. Este número engloba todas as pessoas que acessam a rede, seja no trabalho, em cyber cafés, faculdades, bibliotecas, etc. Já o número de Internautas nos domicílios, ou seja, que têm um computador com acesso à Internet em casa, foi de 13 milhões em fevereiro/2002. Os dados divulgados pelo IBOPE eRatings.com sobre o perfil dos usuários refere-se aos Internautas domiciliares. O uso da Internet nos domicílios brasileiros continua crescendo. Em maio/2002, 7,597 milhões de brasileiros acessaram a rede a partir de suas casas, contra 7,132 milhões em abril. O tempo gasto on-line também registrou um bom aumento: os brasileiros navegaram em média 9h 41m, quase 40 minutos a mais do que em abril (9h 03m).

Pesquisas feitas pelo Jornal do Brasil, em 1997, conclui que 45% dos internautas utilizam a internet principalmente para navegação nas páginas, pesquisas de produtos e serviços, etc. Outros 29% indicaram que o e-mail é a ferramenta mais importante da rede.
 

É possível vender pela internet?
 
Pesquisa realizada pelo jornal Gazeta Mercantil, em 1998, apurou que:

- 19% Já compraram
- 62% Pensam em comprar
- 19% Nunca comprariam
 
Em 2001, este quadro tornou-se ainda melhor: Segundo a revista IDGNow, O comércio eletrônico já é realidade para quase metade dos brasileiros que navegam na Internet. É o que mostra a 5ª Pesquisa Cadê?, realizada em parceria com o Ibope eSurvey. Segundo a análise, 43% dos internautas entrevistados já compraram pela Internet.
 
O diretor executivo do Ibope eSurvey, Adhemar Garcia Neto, destaca a segmentação do público. "Nesta 5ª edição podemos perceber que os internautas estão distribuidos em três segmentos distintos - a geração Web, os racionais e os emergentes. Todos acessam a Internet no mínimo uma vez por dia e têm como uma das finalidades o acesso aos e-mails", afirma Garcia.
Ao todo, 78% dos entrevistados têm mais de 18 anos e, quando analisada a distribuição entre as faixas etárias de 18-24, 25-34 e de 35-54 anos, percebe-se que ela ocorre de forma bastante equilibrada. Outro dado relevante é a participação acentuada de usuários das classes A e B 77%.
O estudo mostra ainda que mais da metade dos internautas, 60%, está conectando-se mais em casa do que no trabalho. Depois do e-mail, diz a pesquisa, as razões mais importantes para a utilização da internet são, pela ordem: notícias, cultura geral/arte e diversão/lazer.

A análise indica também que os brasileiros têm boa receptividade com relação à publicidade online:
 
- 91% dos respondentes concordam que "a publicidade na Internet é importante para conhecer os produtos e serviços";
- 80% a consideram criativa;
- 85% acham que ela facilita o acesso a produtos e serviços;
- 73% apontam que ela estimula a compra de produtos e serviços;
- 82% discordam da afirmação segundo a qual "ela (a publicidade online) não acrescenta nada à Internet".

Nesta edição, a participação feminina também ganhou destaque, batendo 37% dos acessos. O levantamento aponta ainda que 54% dos internautas utilizam a Internet mais de uma vez por dia e 19% navegam uma vez por dia.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Por que o público não retorna ao meu e-commerce?



Um conjunto de itens é o que faz um site de vendas reter os compradores. Organização, boa aparência, clareza, navegação e, sobretudo, preços competitivos.

Por Renata Reis
Por que ele não volta ao meu site? Uma das razões pode ser o desinteresse. Procure saber o tempo médio de um visitante no seu site, o índice de rejeições e a quantidade de páginas visitadas. Estas métricas vão trazer dados que podem ajudar a responder a pergunta.
Pode ser que você ainda discorde: – Meu site não é interessante para este público.
Mas que público? É aquele que entra no portal no qual você fez um investimento e que não lhe trouxe conversões. Ou melhor, não compensou o investimento.
Para despertar a atenção de novos consumidores a home page de um site precisa estar “iluminada”; caso contrário a “escuridão” será refletida na baixa conversão de vendas e na distância até o alcance de metas.
Para começar, se a home é a porta de entrada do negócio, cuide para que sua casa fique limpa e organizada. O consumidor precisa abrir a porta, entrar e tomar um cafezinho enquanto conversa com você. Isto é, correr os olhos na home/conteúdo e em alguns segundos entender a mensagem que o seu site quer transmitir (vender).
Simplificando, todos estes fatores de organização da informação e facilidade na navegação, que envolvem arquitetura da informação e usabilidade, tema essencial quando se fala em e-commerce.
Satisfazendo o consumidor

Sim, o ele veio de algum lugar e alguma coisa ele quer. Pode ser simplesmente conhecer a loja (que bom, demonstra que sua campanha chamou atenção), apenas pesquisar um item ou exatamente comprar o produto da campanha (que ótimo, significa que você fez a coisa certa). E agora a casa tem que estar limpa e pronta para uma longa visita.
Este consumidor vai gostar de ser bem recebido e encontrar tudo o que deseja com muita rapidez e agilidade. Então não sirva o café gelado! Mesmo que ele não encontre o que buscou, esta experiência tem que ficar clara (”não encontramos o produto desejado”). Não permita que o cliente entre no seu site e saia porque não entendeu nada ou perdeu a paciência de navegar entre a lentidão das páginas.
Outro ponto importante: além das informações “básicas” como imagens dos produtos, descrições e comentários, há o preço. Do que adianta investir em mídia e redes sociais se a concorrência tem o melhor preço?
Para se ter a noção da importância do preço competitivo, segundo dados do Google Varejo (A.L.), os brasileiros estão em segundo lugar no uso de comparadores de preços com 34%, atrás apenas dos americanos, com 39%. O Buscapé é o líder neste segmento.
Se todas estas questões não estiverem bem estruturadas, o resultado será desinteresse do público pelo seu site. Algo bem natural, não?
Planeje bem antes de começar uma campanha, pois resultados em visitas e vendas ela poderá trazer de imediato, mas a longo prazo a chance será bem menor.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Medir a presença online é saber fazer as perguntas



Bem básico e importante: além da ferramenta de web analytics, o que vale é a clareza do que se deseja saber. E trabalhar para manter o cliente satisfeito.

Por Eduardo Luis Prange Junior
Antes de falar sobre a análise de resultados em presenças online, ou melhor, sobre métricas, é preciso entender que não basta analisar as opiniões e os resultados de investimentos feitos no ambiente offline. É também muito importante conhecer o nível de satisfação dos consumidores e possíveis evangelizadores das marcas através das páginas da web.
Considere, por exemplo, o tempo médio que os usuários permanecem na presença digital da sua empresa. Cuidado. Se o tempo for muito longo, pode não ser um bom sinal. Um tempo de permanência de nove minutos, por exemplo, pode indicar problemas na usabilidade do seu site.
Por outro lado, este é um bom número para sites de bom conteúdo. Mas, acredite, o tempo médio mensal que os usuários investem na utilização da internet no Brasil é de 48h26m por mês (fonte: Ibope/Nielsen).
A Wikipedia define métricas da seguinte forma:
Métricas é um sistema de parâmetros;
Métricas definem o que será medido;
Métricas geralmente são específicas para cada segmento;
As métricas são indicadores de desempenho.
Podemos resumir que métrica é um sistema de parâmetros mensuráveis e padronizados.
E a pergunta é: quais os objetivos de se trabalhar com as métricas na web?
Diferente de outras mídias, a internet possibilita uma mensuração avançada em relação ao desempenho das marcas e sua reputação na rede. Reputação que é promovida espontaneamente pelos milhões de usuários espalhados pelo mundo.
É muito importante ter acesso a informações de todos os locais de origem do tráfego de sua presença online e saber quais os países, regiões ou cidades que concentram maior acesso. O seu público alvo pode estar onde você não imagina.
Muitas vezes nos deparamos com empresas investindo consideravelmente em comunicação, publicidade e propaganda sem obter o retorno desejado. As causas podem ser simples:
A mídia escolhida para comunicação pode não ser apropriada ou a mais consumida pelo seu público;

A comunicação está sendo publicada ou veiculada em locais de pouco acesso ao público alvo da empresa;

Questões culturais variam muito geograficamente no Brasil. É muito importante saber atuar em cada região de forma estratégica e adequada a tal cultura;

As pessoas têm buscado informações através de meios menos tradicionais. Se estiveres comunicando à moda antiga, pode ser que já tenha funcionado mas não funciona mais;

Para isso, é importante que as empresas tenham clareza sobre onde se encontra(m) o(s) seu(s) público(s) e quais os seus diferentes perfis, principalmente quanto ao consumo de mídia. Regra número para um bom trabalho de comunicação embasado em métricas: não espere pelo público, vá até ele!
Tratar cada usuário participante da sua marca com um cuidado especial pode fazer a diferença. Segundo pesquisa da Universal McCann, o compartilhamento de conteúdo na internet alcançou um papel de destaque no dia-a-dia:
63% dos usuários já criaram perfil em algum site de relacionamento;
57% possuíam perfil em sites de redes sociais;
76% fazem uploads de fotos;
33,1% publicam vídeos;
29,1% mantêm um blog;
71% buscam informações em blogs.

Os números mostram com clareza o poder de comunicação que cada usuário dispõe e o grau de influência que têm perante os demais usuários. As pessoas confiam mais no que os usuários falam sobre as marcas do que como os mecanismos de busca as classificam.
Mas, afinal, como medir tudo isso? Que ferramentas podem auxiliar as empresas para tal medição? Hoje no mercado existem inúmeras ferramentas de web analytics. Algumas gratuitas, como Google Analytics, Yahoo!Web Analytics, StatCounter e AwStats, e outras que exigem investimento.
Mais importante do que ter uma ferramenta para medição, é ter clareza sobre o que é preciso medir e quais os objetivos que se pretende atingir com os dados e informações obtidas.
Concluindo, se sua empresa ainda não mensura os acessos de forma qualitativa e quantitativa é melhor começar a se preocupar. Cada vez mais, antes de efetuar a aquisição de um determinado produto ou contratar um serviço, as pessoas vão aos mecanismos de busca para obter informações sobre eles e também colher os feedbacks de quem já adquiriu ou contratou o que as empresas ofertam. Fica a dica

Tecnologia que dá resultados em e-commerce


O que fazer quando em cada cem visitantes na loja online, só vinte chegam ao carrinho e dois ou três realmente compram? Pular o carrinho.
 
Por Renata Reis
 
A tecnologia é um dos traços predominantes do comércio eletrônico, pois oferece inúmeras possibilidades de inovações nos negócios. Ao mesmo tempo, muitas lojas virtuais se tornam iguais, sem uma tecnologia estratégica que permita ter vantagens competitivas e diferenciações para fidelização.
 
Ações como uma pesquisa, a chegada ao carrinho de compra, a segurança nas transações, a integração com sistemas internos e outras atividades já são questões tecnológicas primordiais para a funcionalidade do e-commerce – o que realmente começa a fazer diferença são as inovações.
 
No e-commerce brasileiro já começam a existir em alguns players boas práticas em tecnologia estratégica.
 
Uma aplicação perfeita desta tecnologia:
 
O 1-Click ou Compre com 1 Clique: funcionalidade que permite aos clientes fazer compras com um clique (às vezes mais de um). Nesta aplicação, o sistema considera os dados de pagamento e endereço do cadastro atual e com um único clique a compra é realizada.
 
A prática é uma estratégia perfeita para o e-commerce, pois em segundos o cliente efetiva a compra escapando do passo-a-passo do carrinho de compras onde registram-se altos índices de abandono, uma das dificuldades para o e-commerce.
 
De acordo com pesquisas do setor, de cada 100 pessoas que visitam uma loja, 20 a 25 carregam um carrinho de compras, mas só duas ou três realmente compram os itens que escolhem.
 
O passo-a-passo do processo do carrinho oferece ao consumidor o tempo da dúvida, além de outras características que possam não apresentar vantagens, como prazo de entrega, preço do produto, tipos de pagamento, parcelas, valor do frete, segurança, etc. O conjunto deve apresentar benefícios consideráveis para que o consumidor não desista da compra e abandone o carrinho.
 
Cada loja virtual, ou negócio devem analisar os dados oferecidos durante toda a navegação do usuário buscando compreender o comportamento do e-consumidor no site e entender o porquê do abandono em cada página. Isso é métrica!
 
Imagine que você esteja sem o seu cartão e se depara com uma super promoção. Com esta aplicação, você só precisa fazer o login e dar um clique para que a compra seja realizada.
 
A principal finalidade do mecanismo “Click ordering”, patenteado pela Amazon, é facilitar a compra de seus clientes.
 
Comodidade e facilidade ao usuário = conversão. Simples assim!