quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O calcanhar de Aquiles dos blogs corporativos



Blogs corporativos (ou perfil no Twitter etc) funcionam bem para a comunicação das empresas. Mas quem sabe fazer não tem tempo. Como resolver o problema?

Qual das opções abaixo é mais importante para o sucesso de um blog?
1. Layout;
2. Estrutura;
3. Plataforma;
4. URL;
5. Conteúdo.

Se você escolheu a última opção, claro, acertou.
Para seu blog fazer sucesso ele tem que ter um ótimo conteúdo, seja ele corporativo ou não. Ponto passivo, certo?
Prossigamos.
A maioria dos artigos sobre blogs corporativos costumam dizer: “fazer um blog pra sua empresa é baratinho e você mesmo pode atualizar. Um post por dia já está ótimo. Suas visitas vão aumentar, seu posicionamento no Google também e sua empresa vai vender mais”.
A promessa é: investimento muito baixo, resultado muito alto. Isso cheira a picaretagem. E, me desculpe falar assim, mas é picaretagem mesmo.
Não existe retorno sem investimento.
Digamos que você seja rápido, tenha assunto e escreva bem. Parabéns! Você consegue fazer um post interessante em duas horas.
Vamos às contas: quanto custa sua hora? Quanto custa 44 horas mensais?
Viu? Não é nada barato.
A solução é delegar. Mas para quem? O gerente de marketing não tem tempo. O diretor de vendas, menos. Seus colaboradores que entendem do negócio estão ocupados fazendo-o funcionar. Em quem colocar essa responsabilidade? Bom, algumas empresas colocam o afazer nas costas do estagiário. Mas aí você conhece o resultado.
Eis o calcanhar de Aquiles dos blogs corporativos: quem vai ter tempo, disposição e criatividade para criar um ótimo conteúdo para o blog da sua empresa?
Eu gosto mais de fazer perguntas do que de respondê-las, mas já que eu mesmo levantei o tema, sinto-me no direito de expor as duas únicas soluções que consigo enxergar. São elas:
1. Abrir mão de algumas tarefas para se dedicar, você mesmo, ao blog de sua empresa. Provavelmente essa é a escolha mais cara, mas (talvez) seja a mais legal.
2. A boa e velha terceirização. Existem algumas agências e redatores que fazem isso. Você só precisa dar o famoso “ok” nos materiais que eles produzem. Uma solução não muito cara e (talvez) mais prática.
Você conhece outra solução? Sabe outro jeito de resolver esse problema?
Eu creio sinceramente que não existe A Solução Ideal. Existe a que se adequa melhor ao investimento que cada um pode fazer.
Se você tem tempo, invista tempo. Se não tem, precisa investir dinheiro.
Uma coisa é fato: blogs corporativos dão resultados.
Mas eis um ponto a se pensar antes até mesmo de propor o blog corporativo na sua empresa: quem vai criar o tão famigerado “conteúdo relevante”?
Ps: se preferir, onde houver “blog corporativo”, leia “Twitter corporativo”, “Facebook corporativo”, “Orkut coporativo” e modernices em geral.

O Design




Design está na moda. Usam essa palavra para se referir a uma porção de coisas, e que nem sempre tem de fato relação com Design. Essa palavra chama a atenção em capas de revista, temas de palestras, cursos e campanhas publicitárias. As várias interpretações e o pouco esclarecimento sobre a real função do Design geram uma grande confusão e pouca eficácia no processo de criação para Web, assim como em outras áreas.

O que é Design?

Design refere-se ao projeto visual e funcional de um produto (em nosso caso um Web Site), a adaptação de um produto a necessidade dos seus usuários, cativando o seu uso através da estética, aplicando-se conceitos e usabilidade a sua forma. Porém não é difícil encontrar profissionais, empresas, cursos, matérias de revistas e conversas de botequim, associando o Design à produção de imagens, ou resumindo-o na manipulação de um Software específico.
Os Softwares são apenas ferramentas, e não garantem a qualidade do projeto. Nenhum software deve ser encarado como uma solução pronta. Existem diversos Softwares diferentes e com funções similares, e a escolha sobre qual utilizar deve ser de cada um. A definição do que é Design vai muito além do Photoshop.
O Design é uma área projetual. Sua função é responsável por gerar desempenho, qualidade, durabilidade e aparência a um produto. Cada trabalho a ser realizado exige planejamento, pesquisa, criatividade e técnica. Ao contrário do que muitos pensam, a função do Design não está vinculada pura e simplesmente a produção de imagens.
“A função do Design, além da estética, é tornar um produto funcional. É transformar Informação em Comunicação!”
Na produção de um Web Site (assim como em outros produtos) deve-se elaborar um projeto coerente, que forneça soluções eficientes e eficazes em usabilidade, desempenho e comunicação, focadas nas necessidades do Público Alvo. Não é um trabalho apenas criativo, mas também de planejamento.
Produzir um Web Site inevitavelmente exige “Pensar”.
Portanto, além da manipulação de Softwares, existem alguns métodos de planejamento e pesquisa que se deve conhecer, além de conhecimentos conceituais sobre como trabalhar a Pregnância da Forma.

Por onde começar o Projeto?

“Briefing é um documento onde são colocadas as informações e dados necessários para a criação de qualquer projeto, como objetivos, propósitos, informações sobre o cliente, o produto a ser divulgado, o público alvo, prioridade das informações, imagem a ser transmitida, motivações, etc.”
Inicialmente, devem ser coletadas e organizadas as Informações para o projeto. Utilizar elementos dentro de qualquer peça gráfica sem um estudo do caso é um equívoco que compromete a comunicação e a funcionalidade. Há que se levar em consideração diversos fatores tais como: o objetivo do projeto, o produto a ser divulgado, o público alvo (sexo, idade, cultura, classe social, etc), Identidade Visual, Motivações, etc. Para realizar tal estudo do caso, nada melhor do que ter em mãos um Briefing bem elaborado. O ideal para a elaboração desse documento é reunir-se com o cliente, tirando suas dúvidas, esclarecendo detalhes e orientando-o sobre conceitos e tecnologias. Quando esse processo de elaboração não é possível de se realizar com o cliente, pode-se enviar a ele um documento com perguntas a serem respondidas, o que nem sempre é satisfatório. É possível encontrar vários modelos e exemplos de Briefing na Web, dando uma noção de como esse documento deve ser feito. No entanto o ideal é não seguir um modelo, e sim elaborá-lo sempre de acordo com a necessidade do projeto.
Após a análise do Briefing e com as devidas pesquisas feitas, o próximo passo é a Arquitetura da Informação. Como organizar a estrutura da interface e a distribuição das informações em categorias, além de priorizar a comunicação de informações mais relevantes. O documento apropriado para especificar a ordem e o posicionamento dos elementos que vão compor a página é o Wireframe. Através de uma forma esquemática, ele representa a distribuição e a hierarquia das informações a serem comunicadas. A partir dos posicionamentos do Wireframe é que se constrói o Layout.
“Cada elemento do Layout deve ter uma função”

Layout

Uma vez que uma das funções do Design é transformar Informação em Comunicação, nenhum elemento dentro do Layout deve estar lá sem comunicar algo. Elementos desnecessários podem confundir, poluir e dificultar o acesso e o entendimento das informações. Para um bom trabalho, é necessário fazer um estudo de conceitos visuais e de comunicação. Deve-se ter consciência do porque usar determinadas Cores, Fontes e Formas, e qual imagem e sensações esses elementos estão passando para o usuário.
As cores têm poder de comunicação bem maior do que se imagina. É importante saber trabalhar com a Psicodinâmica das Cores, para que elas transmitam a imagem e as sensações orientadas no Briefing. Cada cor transmite informações, sensações e emoções diferentes. Uma boa introdução neste assunto é encontrada no site Color in Motion, que por meio de uma animação, dá exemplos de sensações e emoções que cada cor pode representar.
Para elaborar a Paleta de Cores de um site, é importante saber como trabalhar as Combinações Cromáticas. Por mais que se saiba que cores transmitem as sensações desejadas, é essencial saber como combiná-las. Nesta tarefa é essencial ter em mãos um Círculo Cromático.
Uma ótima ferramenta que pode nos auxiliar na elaboração de uma Paleta de Cores é encontrada no endereço Kuler da Adobe.
“Toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras”

Tipografia

Outro fato que se deve ter em mente é que toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras. Sendo assim, é importante ter um bom conhecimento de como trabalhar com a Tipografia. Para comunicar uma idéia deve-se trabalhar com fontes que priorizem a legibilidade e que tenham relação com o contexto do projeto. Deve-se saber, por exemplo, que fontes com Serifas não são indicadas para inclusão de textos na Web, pois a baixa resolução dos monitores faz com que as Serifas se sobreponham e dificultam a leitura. Porém, em títulos elas podem ter um bom resultado decorativo. Fontes sem Serifa conseguem ter uma maior legibilidade no monitor, principalmente se trabalhadas com um bom entrelinhamento. Existem diversas famílias tipográficas, cada qual com uma aplicação especifica, de acordo com o contexto. Saber escolher bem as fontes a serem usadas é um ponto importante na comunicação.

Gestalt

Outro fator que auxiliará na Pregnância da forma é a aplicação das leis da Gestalt em nosso projeto. Segundo a Wikipédia, Gestalt é um termo intraduzível do alemão, utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. Aprendendo a analisar as manifestações visuais e objetos ao redor, compreende-se melhor o porquê algumas formas agradam e outras não, podendo assim trabalhar esses fatores em nossos projetos. O estudo da Gestalt compreende a “integração das partes em oposição à soma do todo: estrutura, figura e forma”. Leis da Gestalt, como Unificação e Segregação, Fechamento, Boa continuidade, Proximidade e Semelhança, ajudam a orientar o processo de criação e obter resultados satisfatórios. Uma boa referência de Estudo sobre o assunto é o livro “Gestalt do Objeto: Leitura Visual da Forma”, do professor João Gomes Filho.
Os processos e conceitos necessários para se tornar um Designer não se encerram aqui. Outros conhecimentos, como Semiótica, Antropologia, Arte, técnicas de composição, além da busca de boas influências, são essenciais na formação de um profissional. Porém, a partir daqui pode-se ter uma compreensão mais clara do que é Design, além de uma direção para iniciar os estudos.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Verifique a disponibilidade de um username nas Redes Sociais

Garantir o username que você quer é algo que para uns é de suma importância, mas como saber se ele está disponível em todos as Redes Sociais.

Tanto para pessoas como para empresas e marcas, um username universal, ou seja, o mesmo em todos os canais de comunicação, é algo de muita importância. Além de facilitar ser encontrado é algo que garante uma unidade e identidade na web.
Porém, muitas vezes esse desejo se perde, pois em alguma rede o tal username já existe. E daí você é obrigado a criar variações e acaba tendo Redes Sociais com diversos usernames diferentes, ou com um que não é bem o que você queria.
Então aqui vai a dica para você já incluir no planejamento um username certinho, trata-se do serviço NameChk que tem conexão com mais de 150 redes e mídias sociais e é bem simples de usar, você entra no site, escreve om username que deseja e manda ele verificar. Em alguns minutos ele te diz em que rede o nome que você quer está diponível ou não.

Para Desenvolvedores




Com a internet cada vez mais presente na vida de todos, as redes sociais estão ganhando força (muita força). A influência de uma marca nas redes sociais já pode ser convertida em lucro, e a grande maioria das empresas já perceberam isso. Essas redes têm sido alvo de muitas empresas para fidelizar e para conquistar novos clientes através de ações geniais e muito criativas.
Assim como qualquer outra profissão, as coisas mudam. As tendências mudam. As metodologias mudam. As tecnologias mudam. Tudo muda. Inclusive os desejos e as prioridades de nossos clientes. Atualmente, as empresas querem estar cada vez mais presentes na vida de cada um de seus clientes. Facebook, Twitter, Orkut, YouTube, etc.. está tudo muito comum, e nós precisamos aprender a interagir com essas comunidades para poder dar possibilidade ao seu cliente e potencializar a possibilidade de conversão.
Se você não está familiarizado com o termo “conversão”, podemos dizer que conversão é quando você anuncia, e esse anúncio é clicado. Isso é chamado de conversão.
O motivo para eu estar aqui hoje, falando sobre redes sociais para vocês, é para dar um puxão de orelha nos profissionais que ainda não estão dando a mínima para esse novo (nem tanto assim) conceito de interação. As redes sociais são mais um leque de aplicações que surgiram com a web 2.0. Nesse boom, o conceito de interação foi explorado em uma escala muito maior. Junto com todas as inovações e as modificações na forma como interagimos com os sites e aplicativos web hoje, a web 2.0 trouxe o que chamamos atualmente de redes sociais.
O meu foco com este post é evangelizar. É fazer com que, após você ter lido este post, você comece a criar já pensando na integração com as redes sociais. Não faz ideia de como?
Vou te dar algumas idéias:
- Já pensou que nas notícias do seu site poderia haver a possibilidade de os usuários comentarem nelas e replicarem o seu comentário para o Twitter?
- Os comentários estão protegidos por login? Use o usuário do Twitter do seu visitante para possibilitar mais uma alternativa de autenticação.
- Upload de vídeos? Dê uma folga para o seu data storage e faça o upload direto para o YouTube e busque as informações através da API.
- Quer fazer transmissão ao vivo para os seus visitantes? Utilize toda a interação que ferramentas como o Twitcam oferecem para você.
- Crie aplicativos para Orkut, Facebook e smarthphones. Os seus usuários poderão ter um nível de interação muito maior e a experiência deles será muito mais rica.
- Dê a possibilidade de o usuário divulgar notícias, fotos, albuns e vídeos através das redes sociais que eles participam.
- Crie aplicações nas quais o seu usuário possa acompanhar as atualizações das suas redes sociais através da aplicação da sua empresa ou da sua start-up.


    Essa lista pode crescer muito ainda. O importante é você ter a criatividade e começar a incluir as redes sociais no planejamento do novo produto ou do site da sua empresa ou cliente.

    Veja o outdoor da Chevrolet desenhado a mão livre

    Ação promocional da Chevrolet destaca a economia no marketing para que o consumidor final pague menos no produto



    segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

    Por que ter um site ?

    Somos no Brasil, segundo o IBOPE, mais de 14 milhões de internautas.
    Destes, 91% procuram produtos e serivços na internet.
     
    Você ainda vai ficar de fora?
     
    O que é um site?
     
    Um site é um programa desenvolvido para ser colocado na internet, que pode ser acessado através de um endereço do tipo www.suaempresa.com.br. Neste site constarão informações sobre sua empresa, produtos e tudo aquilo que lhe interessar divulgar, além de efetuar vendas, comunicação com o cliente, etc.
     
    Por que ter um site?
     
    Porque a Internet não é mais curiosidade, é uma necessidade de qualquer empresa estar neste novo meio. Além disso, a Internet é o veículo de comunicação mais rápido e barato de divulgar, vender, anunciar e acompanhar as demandas dos seus clientes.

    Com o aumento da interatividade, segurança e velocidade, aliado à redução dos preços cobrados pelo acesso à rede, a Internet deixou de ser um mero instrumento de pesquisa para tornar-se uma ferramenta de marketing e vendas muito poderosa.

    Pode-se dizer que a Internet é o canal de divulgação e vendas que mais cresce no Mundo. Só no Brasil já são mais de 14 milhões de Internautas, que diariamente estão procurando a solução de suas necessidades e desejos. Com toda certeza, seus clientes estão dentro deste universo e cada vez menos procurarão você por outros meios.

    Desta forma, um Web Site pode conter todos os dados e/ou informações de seus produtos, servindo também de suporte a seus clientes.
     
    Para que serve um site na internet?
     
    Imagine o site da Web como uma mídia ou um escritório virtual, que não fecha nunca e pode ser acessado de qualquer lugar do mundo.

    Existem milhares de maneiras de se usar um site para diversas finalidades. Os sites Web são multimídia - podemos ter texto, imagens gráficas, áudio e vídeo e são interativos - pode se escolher o que se quer ver na ordem desejada. O principal limite (fora os custos) para o que um site pode fazer, é a imaginação. Abaixo, alguns exemplos de usos dos sites:
     
    Propaganda: um site Web é a sua presença na mais recente das mídias. Como mídia, a Internet é interativa, instantânea, de baixo custo e grande abrangência potencial, além de estar na moda... Não deixe seu cliente visitar o site do seu concorrente e não encontrar o seu...
     
    Serviço ao Cliente: sites Web podem ser usados como atendimento ao cliente 24 horas por dia. O site pode conter instruções de uso de seus produtos, explicar os seus serviços, responder às perguntas mais frequentes de seus clientes, receber pedidos e cotações, coletar sugestões e críticas dos clientes, etc.
     
    Escritórios e Lojas Virtuais: seu site Web pode desempenhar essas funções, mostrando seus produtos e serviços com explicações, fotos, vídeo e som. Ele pode inclusive receber pedidos dos clientes. Seu escritório ou loja virtual abre 24 h por dia para milhões de pessoas ao redor do mundo, e você não tem de contratar vendedores para sua loja virtual nem atendentes para os escritórios virtuais.
     
    Publicação on-line de revistas e jornais da sua empresa: sem custos e de fácil atualização.
     
    Catálogos Eletrônicos: use versões digitais de seus catálogos e manuais de produtos. Seus clientes podem solicitar seus catálogos eletrônicos 24 por dia e recebê-los imediatamente, atualizados sempre que necessários. Sem custo de impressão e sem custos de envio.
     

    Custa caro ter uma homepage?
     
    O preço de um site depende da necessidade do cliente, do projeto a ser desenvolvido, mas por certo é mais econômico do que os custos que a empresa gastaria com folders, além de possuir muitas vantagens sobre todas as mídias impressas.
     
    O que não se pode fazer num site?
     
    Quando você lê um jornal, é automaticamente atraído para anúncios bem feitos, coloridos e explicativos, ao mesmo tempo em que ignora completamente os anúncios mal-feitos (ou os olha para apenas pensar: "Que anúncio horrível. Lembre-se de nunca comprar nessa empresa"). O mesmo acontece com a Internet. Sites mal elaborados (onde o usuário tem que dar mil voltas para achar a informação que deseja) e com gráficos mal-feitos servem apenas para afastar clientes de sua empresa.

    Não é mais possível pedir ao "sobrinho do seu amigo que entende de computador" para fazer um site para sua empresa. Um site é a imagem de sua empresa na internet e, assim como você não compareceria à uma reunião de bermuda e camiseta, seu site deve ser o mais bem elaborado possível. A WORLDESIGN utiliza os mais modernos recursos para a elaboração do seu projeto web site.
     

    Existem muitos internautas no Brasil?
     
    O levantamento feito pelo IBOPE eRatings.com apurou que, em setembro/2001, havia mais de 14 milhões de brasileiros com acesso à Internet. Este número engloba todas as pessoas que acessam a rede, seja no trabalho, em cyber cafés, faculdades, bibliotecas, etc. Já o número de Internautas nos domicílios, ou seja, que têm um computador com acesso à Internet em casa, foi de 13 milhões em fevereiro/2002. Os dados divulgados pelo IBOPE eRatings.com sobre o perfil dos usuários refere-se aos Internautas domiciliares. O uso da Internet nos domicílios brasileiros continua crescendo. Em maio/2002, 7,597 milhões de brasileiros acessaram a rede a partir de suas casas, contra 7,132 milhões em abril. O tempo gasto on-line também registrou um bom aumento: os brasileiros navegaram em média 9h 41m, quase 40 minutos a mais do que em abril (9h 03m).

    Pesquisas feitas pelo Jornal do Brasil, em 1997, conclui que 45% dos internautas utilizam a internet principalmente para navegação nas páginas, pesquisas de produtos e serviços, etc. Outros 29% indicaram que o e-mail é a ferramenta mais importante da rede.
     

    É possível vender pela internet?
     
    Pesquisa realizada pelo jornal Gazeta Mercantil, em 1998, apurou que:

    - 19% Já compraram
    - 62% Pensam em comprar
    - 19% Nunca comprariam
     
    Em 2001, este quadro tornou-se ainda melhor: Segundo a revista IDGNow, O comércio eletrônico já é realidade para quase metade dos brasileiros que navegam na Internet. É o que mostra a 5ª Pesquisa Cadê?, realizada em parceria com o Ibope eSurvey. Segundo a análise, 43% dos internautas entrevistados já compraram pela Internet.
     
    O diretor executivo do Ibope eSurvey, Adhemar Garcia Neto, destaca a segmentação do público. "Nesta 5ª edição podemos perceber que os internautas estão distribuidos em três segmentos distintos - a geração Web, os racionais e os emergentes. Todos acessam a Internet no mínimo uma vez por dia e têm como uma das finalidades o acesso aos e-mails", afirma Garcia.
    Ao todo, 78% dos entrevistados têm mais de 18 anos e, quando analisada a distribuição entre as faixas etárias de 18-24, 25-34 e de 35-54 anos, percebe-se que ela ocorre de forma bastante equilibrada. Outro dado relevante é a participação acentuada de usuários das classes A e B 77%.
    O estudo mostra ainda que mais da metade dos internautas, 60%, está conectando-se mais em casa do que no trabalho. Depois do e-mail, diz a pesquisa, as razões mais importantes para a utilização da internet são, pela ordem: notícias, cultura geral/arte e diversão/lazer.

    A análise indica também que os brasileiros têm boa receptividade com relação à publicidade online:
     
    - 91% dos respondentes concordam que "a publicidade na Internet é importante para conhecer os produtos e serviços";
    - 80% a consideram criativa;
    - 85% acham que ela facilita o acesso a produtos e serviços;
    - 73% apontam que ela estimula a compra de produtos e serviços;
    - 82% discordam da afirmação segundo a qual "ela (a publicidade online) não acrescenta nada à Internet".

    Nesta edição, a participação feminina também ganhou destaque, batendo 37% dos acessos. O levantamento aponta ainda que 54% dos internautas utilizam a Internet mais de uma vez por dia e 19% navegam uma vez por dia.

    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

    Por que o público não retorna ao meu e-commerce?



    Um conjunto de itens é o que faz um site de vendas reter os compradores. Organização, boa aparência, clareza, navegação e, sobretudo, preços competitivos.

    Por Renata Reis
    Por que ele não volta ao meu site? Uma das razões pode ser o desinteresse. Procure saber o tempo médio de um visitante no seu site, o índice de rejeições e a quantidade de páginas visitadas. Estas métricas vão trazer dados que podem ajudar a responder a pergunta.
    Pode ser que você ainda discorde: – Meu site não é interessante para este público.
    Mas que público? É aquele que entra no portal no qual você fez um investimento e que não lhe trouxe conversões. Ou melhor, não compensou o investimento.
    Para despertar a atenção de novos consumidores a home page de um site precisa estar “iluminada”; caso contrário a “escuridão” será refletida na baixa conversão de vendas e na distância até o alcance de metas.
    Para começar, se a home é a porta de entrada do negócio, cuide para que sua casa fique limpa e organizada. O consumidor precisa abrir a porta, entrar e tomar um cafezinho enquanto conversa com você. Isto é, correr os olhos na home/conteúdo e em alguns segundos entender a mensagem que o seu site quer transmitir (vender).
    Simplificando, todos estes fatores de organização da informação e facilidade na navegação, que envolvem arquitetura da informação e usabilidade, tema essencial quando se fala em e-commerce.
    Satisfazendo o consumidor

    Sim, o ele veio de algum lugar e alguma coisa ele quer. Pode ser simplesmente conhecer a loja (que bom, demonstra que sua campanha chamou atenção), apenas pesquisar um item ou exatamente comprar o produto da campanha (que ótimo, significa que você fez a coisa certa). E agora a casa tem que estar limpa e pronta para uma longa visita.
    Este consumidor vai gostar de ser bem recebido e encontrar tudo o que deseja com muita rapidez e agilidade. Então não sirva o café gelado! Mesmo que ele não encontre o que buscou, esta experiência tem que ficar clara (”não encontramos o produto desejado”). Não permita que o cliente entre no seu site e saia porque não entendeu nada ou perdeu a paciência de navegar entre a lentidão das páginas.
    Outro ponto importante: além das informações “básicas” como imagens dos produtos, descrições e comentários, há o preço. Do que adianta investir em mídia e redes sociais se a concorrência tem o melhor preço?
    Para se ter a noção da importância do preço competitivo, segundo dados do Google Varejo (A.L.), os brasileiros estão em segundo lugar no uso de comparadores de preços com 34%, atrás apenas dos americanos, com 39%. O Buscapé é o líder neste segmento.
    Se todas estas questões não estiverem bem estruturadas, o resultado será desinteresse do público pelo seu site. Algo bem natural, não?
    Planeje bem antes de começar uma campanha, pois resultados em visitas e vendas ela poderá trazer de imediato, mas a longo prazo a chance será bem menor.